+++ date = 2017-04-10 +++ imensa inundando este quarto até a metade da parede branca envolta no silêncio forte e viscosa sem cheiro de nada minhas coxas sobre a cama eu a respiro e num lamento a vejo falo alto o seu nome e por todo meu peito ela responde caladas as telas, os brilhos brancos e azuis, o barulho infindável, – a água e a fumaça – consigo ver seus contornos terríveis que neste ser tão terrivelmente eram lindos por isso corremos nos já batidos círculos do seu entorno agora os licores passaram e o corvo cansado envolto pelo ninho assovia quando de novo a Lua for embora quem segurará esta enxurrada infernal?